quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Joana Machado vence A Fazenda 4




Joana Machado é a grande vencedora da quarta edição da Fazenda.

Com 48% dos votos, Joana Machado é a grande campeã da quarta temporada da Fazenda. Na decisão do reality, a loira enfrentou Monique Evans e Raquel Pacheco e faturou R$ 2 milhões nesta quarta-feira (12).
Além do prêmio principal, a personal trainer volta para a cidade grande após 87 dias de confinamento com outros belos presentes: uma cafeteira, um freezer cheio de sorvetes, uma viagem para Manaus e dois carros zero-quilômetro.

Globo vai boicotar o Brasil no Pan Americano de Guadalajara

A Globo proibe noticiário sobre o Pan de Guadalajara
A Globo proibe noticiário sobre o Pan de Guadalajara.

Mais uma vez as Organizações Globo se colocam contra o Brasil por conta dos seus interesses comerciais. Como a TV Globo perdeu a disputa com a TV Record, que adquiriu os direitos de transmissão dos Jogos Pan Americanos, de Guadalajara, México, que começam amanhã (sexta), a ordem é ignorar os brasileiros que vão competir em busca de medalhas. A Globo só quer saber da disputa de audiência. Notícias do Pan de Guadalajara na TV Globo e no Sport TV só em caso de medalha e mesmo assim reportagens rápidas, só registros. Esses são os vergonhosos Princípios Editoriais das Organizações Globo.

Mas não custa lembrar que as Olimpíadas de Londres, em 2012 também serão transmitidas pela TV Record que ganhou a disputa com a emissora global. Pelo jeito a Globo também vai boicotar as Olimpíadas. É simplesmente execrável essa postura.

Explosão no centro do Rio mata três e fere 17 pessoas

Bombeiros travalham no resgate de vítimas da explosão que atingiu o restaurante na Praça Tiradentes, centro do Rio. Pelo menos 3 pessoas morreram. (Foto: Marcelo Carnaval / O Globo)

Uma forte explosão atingiu um prédio na praça Tiradentes, no centro do Rio de Janeiro, na manhã desta quinta-feira (13), deixando pelo menos três pessoas mortas e 17 feridos. Ainda não há informações sobre o que causou a explosão. A explosão ocorreu por volta das 7h30 no restaurante Filé Carioca, que fica no térreo do edifício Riqueza, na Rua da Carioca, número 9, esquina com a Avenida Passos.
Segundo o comandante do Batalhão de Polícia Militar no centro, coronel Amaury Simões, a hipótese mais cogitada é de que a explosão tenha sido causada por vazamento de gás. “A hipótese de que o gás tenha ficado acumulado durante o feriado e a explosão tenha sido provocada quando o primeiro funcionário chegou hoje ao local é a primeira explicação dos bombeiros. A sorte é que o sinal estava fechado, não estava passando nenhum carro no momento da explosão e foi logo cedo”, disse.
No local da explosão, muito entulho e vidros quebrados ocupavam a calçada. Equipes de resgate trabalhavam no local, que foi isolado. As ruas da Carioca, Assembleia e Visconde de Rio Branco foram interditadas, mas por volta das 10h já haviam sido liberadas - apenas a rua da frente do restaurante continuava fechada.
A empresa Light, concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica na capital fluminense, descartou a hipótese de explosão de um bueiro na área do acidente. Técnicos da empresa foram ao local para avaliar a necessidade de interrupção do fornecimento de energia na região.
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, afirmou que os dois prédios afetados pela explosão estão interditados até uma análise final dos técnicos da Defesa Civil. A interdição vale para o edifício do restaurante, na Praça Tiradentes, e o hotel Formule 1, localizado ao lado.
O prefeito informou também que alguns dos feridos levados para o hospital Souza Aguiar estão em estado grave. O estouro fez com que três vítimas fossem arremessadas para a Praça Tiradentes. Segundo a Globo News, entre os mortos estão o cozinheiro chefe do restaurante, identificado no momento apenas como Severino Antonio, e o sushiman identificado apenas como Josimar.
Além dos três mortos, outras 13 pessoas foram hospitalizadas. A explosão destruiu totalmente o andar térreo do prédio. Os destroços foram lançados a uma distância de cerca de 100 metros.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

França e Bélgica criam "banco podre" para salvar a primeira vítima da crise da dívida

Os governos da Bélgica, da França e de Luxemburgo confirmaram nesta segunda-feira (10) o plano de resgate do banco Dexia, que estava exageradamente exposto aos chamados "títulos podres" da dívida soberana da Grécia. O salvamento do Dexia, a primeira vítima da crise da dívida na zona do euro, é um movimento capaz de se tornar o estopim de uma série de resgates a instituições financeiras europeias em meio à crise econômica. 
Após uma reunião de 14 horas, o Conselho de Administração do Dexia aceitou formalmente a oferta do governo belga para dividir em três a entidade e nacionalizar por 4 bilhões de euro a filial belga. "A decisão foi adotada por unanimidade", confirmou o presidente do conselho, Jean-Luc Dehaene, em entrevista coletiva. Dehaene acrescentou que foi "uma decisão difícil, mas o conselho não duvidou em assumir suas responsabilidades".
Os ativos tóxicos do Dexia vinculados à dívida soberana, entre os quais figuram atividades dos bancos Dexia Sabadell (Espanha), Dexia Crediop (Itália) e DKD (Alemanha), ficarão concentrados em um único "banco podre". Segundo o executivo-chefe do Dexia, Pierre Mariani, a venda destes ativos é mais complicada atualmente por sua vinculação à dívida soberana. Assim, a venda poderá ser feita mais adiante em melhores condições. Até lá, são os três governos que vão evitar a quebra. Esse "banco podre" terá ativos no valor de 90 bilhões de euros, que serão garantidos de maneira conjunta pela Bélgica (54 bilhões), França (32,85 bilhões) e Luxemburgo (3,15 bilhões) "durante o tempo necessário até a venda das atividades", segundo Mariani.
Mariani destacou que os administradores do Dexia também concordaram em autorizar as negociações com o banco público francês Caisse dês Dépôts et Consignations (CDC), o maior acionista do Dexia, e com o Banque Postale para determinar o futuro da filial francesa, Dexia Municipal Agency (DMA). Dehaene e Mariani insistiram que o Dexia não tem um problema de solvência, mas de liquidez e asseguraram que o acordo desta segunda dá oxigênio ao financiamento em curto prazo. "Houve uma crise dentro da crise, causada pela dívida soberana, e isto afetou o Dexia porque estava especialmente centrado em financiamento de entidades" locais e regionais, disse Dehaene.
Se o destino da filial belga do Dexia está definido, ainda é incerto o que vai ocorrer com outras unidades do banco, como as da Turquia e do Canadá. A filial de Luxemburgo deve ser parcialmente nacionalizada, enquanto a maior parte do banco deve ser vendida para membros da família real do Catar.
O Dexia funcionava usando créditos de curto prazo para financiar empréstimos de longo prazo e sucumbiu diante da grande exposição a títulos de dívida soberana de países europeus que possui. As estimativas são de que a exposição total a créditos de risco do Dexia seja de US$ 700 bilhões.

Estudo sobre macroeconomia dá Nobel a americanos

A Academia Real das Ciências da Suécia encerrou, nesta segunda-feira (10), a lista de premiados com o Nobel em 2011 ao nomear os americanos Christopher A. Sims, da Universidade Princeton, e Thomas J. Sargent, da Universidade de Nova York, como vencedores do Nobel de Economia 2011. Eles foram os vencedores por "suas pesquisas sobre a relação de causa e efeito das políticas macroeconômicas adotadas pelos governos".
A instituição sueca destacou que Sims e Sargent desenvolveram métodos para estudar "o que causa cada coisa", além de "ferramentas que se transformaram em dominantes nos estudos macroeconômicos". Sargent, nascido em 1943 em Pasadena, trabalha na Universidade de Nova York. Sims nasceu em 1942 em Washington e realiza seus estudos na Universidade de Princeton.
Sims, que foi contatado telefonicamente pela Academia sueca, afirmou que os "métodos" desenvolvidos por ele e seu colega Sargent "são essenciais para encontrar a saída para esta confusão", em referência à crise econômica. O economista se mostrou muito satisfeito pelo prêmio, que não esperava "em absoluto", e ressaltou o trabalho de toda sua equipe de colaboradores, destacando que não podia se sentir "mais contente" por haver obtido o reconhecimento ao lado de Sargent.
O Nobel de Economia foi criado em 1968 e não é parte da lista original de prêmios criada pela vontade o magnata Alfred Nobel em 1895.

Vitória do Flamengo na partida de ontem pelo campeonato brasileiro 3x2 contra o Fluminense

Com quatro desfalques importantes - Ronaldinho, Willians, Airton e Felipe -, o Flamengo mostrou todo o seu poder de superação para vencer o Fluminense numa incrível virada por 3 a 2, neste domingo, no Engenhão, em jogo válido pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Tricolor vencia por 2 a 1 até os 41 minutos, quando o argentino Botinelli, com duas pancadas de longa distância, virou a partida, em tarde digna do compatriota Lionel Messi. De cabeça, Sobis e Lanzini marcaram para o Flu. Thiago Neves fez o primeiro gol do Fla diante de 21.052 torcedores pagantes, 25.513 presentes e renda de R$ 637.720,00.
Com o resultado, o Flamengo sobe para 47 pontos, na quarta colocação, e deixa o Flu com 44 pontos, em sexto, fora da zona da Libertadores. Na próxima rodada, o Flamengo encara o Palmeiras, quarta-feira, no Engenhão. No dia seguinte, também no Engenhão, o Fluminense recebe o Coritiba.
A derrota mantém uma incômoda escrita para o time das Laranjeiras. Em oito clássico este ano, nenhuma vitória. Foram quatro empates e quatro derrotas.
O Flamengo começou o jogo mantendo a posse de bola e estudando a melhor maneira de entrar na defesa tricolor. Mas os erros de passe eram recorrentes e faziam com que as jogadas não tivessem sequência. No Flu, a opção de lançar Deco na vaga de Lanzini deu mais qualidade aos passes, mas deixou o time mais lento.
Rafael Moura era o jogador mais perigoso e só não abriu o placar porque faltou capricho aos 15 minutos, quando, após cruzamento de Mariano, furou a bola, que bateu na sua perna de apoio e voltou para a conclusão do próprio He-Man, desequilibrado, para fora.

sábado, 8 de outubro de 2011

Mais de 1,7 mil municípios devem aumentar o número de vereadores

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) divulgou nesta segunda-feira (3) um levantamento mostrando que metade dos municípios do país já mudou ou tem a intenção de mudar a legislação para aumentar o número de vereadores.
Segundo o levantamento, a Emenda Constitucional (EC) 58 permitiu que de 2.153 municípios alterarem a quantidade de vereadores de acordo com a população estimada da cidade para 2011. Desses, a metade já alterou a legislação, aumentando o número de cadeiras na Câmara dos Vereadores. Dos outros 50% de municípios que ainda não alteraram, 60% disseram que têm a intenção de alterar a legislação até 30 de junho de 2012, data limite para as próximas eleições.
A expectativa da CNM é que, nas eleições de 2012, serão eleitos 7,7 mil vereadores a mais do que em 2008. "Podemos prever que dos 2.153 municípios que podem mudar, 1.740 vão optar pelo aumento do número de cadeiras", diz o estudo.
A mudança foi possível pela promulgação da Emenda Constitucional 58, em setembro de 2009. Essa emenda retirou a proporcionalidade da Constituição, trocando-a pelo limite máximo para que os legislativos locais fixem o número de vereadores. Na prática, isso permite que municípios modifiquem a Lei Orgânica Municipal, alterando a quantidade de vagas.
A nova regra permite que municípios aumentem ou diminuem o número de vereadores. No entanto, de todos as prefeituras pesquisadas pela CNM, apenas uma decidiu reduzir a quantidade de parlamentares. Conchal, no interior de São Paulo, diminuiu o número de cadeiras de 13 para 11.

Lei que alterar processo eleitoral não valerá em 2012

A partir de sexta, mudança de lei não valerá para as próximas eleições. O objetivo é evitar mudanças de última hora motivadas por conveniências políticas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta terça-feira ( 4) que toda e qualquer lei sancionada este ano que alterar o processo eleitoral não valerá para as eleições de 2012. O chamado princípio da anterioridade eleitoral está previsto no Artigo 16 da Constituição Federal e entra em vigor na próxima sexta-feira (7).
O objetivo, de acordo com o TSE, é evitar mudanças de última hora motivadas por conveniências políticas (casuísmo eleitoral) e preservar a segurança do processo eleitoral. O mesmo ocorreu em 2006 com o fim da chamada verticalização, princípio introduzido por meio da Emenda Constitucional 52, no qual as coligações partidárias não eram mais obrigadas a se repetir nos âmbitos nacional, estadual, distrital ou municipal.
Em outubro do mesmo ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou procedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3685, reconhecendo que, como foi promulgada em março de 2006, a Emenda 52 havia afrontado o princípio da anterioridade eleitoral. Portanto, o teor da emenda não deveria valer para as eleições daquele ano. Com isso, as regras da verticalização só passaram a valer a partir do pleito de 2010.
Com a chamada Lei da Ficha Limpa, não foi diferente. Sancionada em junho do ano passado, a nova lei estabelecia novas hipóteses de inelegibilidades e chegou a ser aplicada pelo TSE nas eleições de 2010. Porém, o STF, em março deste ano, ao julgar o Recurso Extraordinário 633703, concordou que a norma afrontava o Artigo 16 da Constituição. Por esse motivo, o entendimento foi o de que a Lei da Ficha Limpa não teve validade no pleito de 2010.
Sancionada em setembro de 2009, a Lei 12.034, que alterou diversos dispositivos nas leis eleitorais brasileiras, conhecida como minirreforma eleitoral, teve validade no pleito posterior ao ano da sanção. Isso porque a sanção ocorreu pouco mais de um ano antes das eleições de 2010, o que permitiu que as alterações no processo eleitoral previstas na lei pudessem ser aplicadas integralmente no pleito do ano passado.