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quinta-feira, 3 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Dia de Finados: dia de homenagear aqueles que já não estão entre nós
Desde o século II, os cristãos rezam pelos falecidos. No século V, a igreja católica passou a dedicar um dia para orações aos mortos dos quais ninguém se lembrava, mas foi somente no século XIII, que o dia 2 de novembro, um dia após a Festa de Todos os Santos, foi instituído como o dia de Finados e desde então cerca de 51 países do mundo, com maioria católica, celebram a data.
Para o ser humano a morte é um tema fascinante e aterrorizante. Para os que ficam, ela simboliza não só a saudade mas a dificuldade do ser humano lidar com as perdas, que quando definitivas, caracterizam um problema para a maioria dos indivíduos, que precisam aprender a se reencontrar na ausência do ente querido. Para a psicóloga Luciane Mina, é importante que as pessoas encarem a morte de maneira produtiva, como um momento de avaliar as benfeitorias realizadas pelo ente ao longo de sua vida e transformar aquilo em energia positiva para seguir em frente. Segundo ela, o pensamento persistente de impossibilidade de seguir adiante sem aquele que morreu pode configurar-se numa espécie de “mantra improdutivo” que poderá levar a pessoa a uma situação difícil de ser revertida.
“Muitos tem relação com a finitude e ai já não é a questão da morte é o quanto a pessoa considera como fim o não ver mais, não acessar mais. Isso cria dor em vez de oportunidade de aprendizado. A morte pode ser encarada de maneira positiva quando se pensa no que você aprendeu com a pessoa, o que a pessoa deixou como legado. Quanto mais a pessoa olha a morte de maneira improdutiva, maior a possibilidade daquilo trazer doenças físicas, emocionais e espirituais,” ressaltou Luciane.
Fonte: Ururau
Para o ser humano a morte é um tema fascinante e aterrorizante. Para os que ficam, ela simboliza não só a saudade mas a dificuldade do ser humano lidar com as perdas, que quando definitivas, caracterizam um problema para a maioria dos indivíduos, que precisam aprender a se reencontrar na ausência do ente querido. Para a psicóloga Luciane Mina, é importante que as pessoas encarem a morte de maneira produtiva, como um momento de avaliar as benfeitorias realizadas pelo ente ao longo de sua vida e transformar aquilo em energia positiva para seguir em frente. Segundo ela, o pensamento persistente de impossibilidade de seguir adiante sem aquele que morreu pode configurar-se numa espécie de “mantra improdutivo” que poderá levar a pessoa a uma situação difícil de ser revertida.
“Muitos tem relação com a finitude e ai já não é a questão da morte é o quanto a pessoa considera como fim o não ver mais, não acessar mais. Isso cria dor em vez de oportunidade de aprendizado. A morte pode ser encarada de maneira positiva quando se pensa no que você aprendeu com a pessoa, o que a pessoa deixou como legado. Quanto mais a pessoa olha a morte de maneira improdutiva, maior a possibilidade daquilo trazer doenças físicas, emocionais e espirituais,” ressaltou Luciane.
Fonte: Ururau
Cai proteção lateral da ponte da Amizade, em São Francisco
Blog do Paulo Noel
A Ponte da Amizade, que liga a Ilha dos Mineiros à praia de Sossego, em São Francisco do Itabapoana, está sem a proteção lateral. A mureta caiu e a população local está preocupada com os acidentes que podem vir a acontecer.
Segundo o secretário de Obras do município, Fauazi Ribeiro Cherene, informou que as obras da ponte começarão ainda esta semana. “A estrutura será toda reformada com material de alvenaria objetivando oferecer melhor segurança à população”, disse Fauazi.
Segundo o secretário de Obras do município, Fauazi Ribeiro Cherene, informou que as obras da ponte começarão ainda esta semana. “A estrutura será toda reformada com material de alvenaria objetivando oferecer melhor segurança à população”, disse Fauazi.
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