O fogo voltou a destruir a estação ecológica de Guaxindiba, em São Francisco de Itabapoana. Na quarta (21) os Bombeiros conseguiram controlar os focos de incêndio, mas durante a manhã desta quinta-feira (22) as chamas se alastraram novamente. O lugar é uma das poucas áreas de Mata Atlântica do Norte Fluminense e é considerado patrimônio da humanidade pela Unesco.
As chamas já atingiram o interior da Mata Atlântica da unidade de conservação de Guaxindiba. O vento forte leva os rastros de incêndio em direção a Zona Leste da estação ecológica. A vegetação de taboa que fica no interior da mata ajuda a espalhar o fogo devido a facilidade de combustão. Como a taboa fica em cima de brejos, o acesso para apagar os focos pelo chão é inviável e só pode ser feito pelo ar.
As chamas já atingiram o interior da Mata Atlântica da unidade de conservação de Guaxindiba. O vento forte leva os rastros de incêndio em direção a Zona Leste da estação ecológica. A vegetação de taboa que fica no interior da mata ajuda a espalhar o fogo devido a facilidade de combustão. Como a taboa fica em cima de brejos, o acesso para apagar os focos pelo chão é inviável e só pode ser feito pelo ar.
Um helicóptero do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) vem nesta quinta (22) do Rio de Janeiro para ajudar nos trabalhos de combate ao incêndio. Desde a manhã de quarta (21) o fogo se alastra pela estação ecológica estadual de Guaxindiba. Pela estimativa do Inea já foram destruídos o equivalente a 50 campos de futebol.
A unidade de conservação é a última remanescente de Mata Atlântica entre o Norte e o Noroeste do estado. Ao todo, são 3.260 hectares de área protegida, sendo 1.200 de Mata Atlântica. Desde a noite de quarta (21) as equipes tentam controlar as chamas. O incêndio teria começado na queimada de cana em uma lavoura.
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